quarta, 07 de outubro de 2026
21/10/2025

AFRMM avança como política pública estratégica para o futuro da logística, da economia brasileira e da indústria naval brasileira


Por Pascoal Gomes

Em tempos de escassez fiscal, desigualdade regional e urgência climática, poucos instrumentos de política pública oferecem resultados tão concretos, mensuráveis e anticíclicos, para a logística, a economia e a indústria naval brasileira, quanto o AFRMM (Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante).

De um modo geral, o AFRMM é uma contribuição incidente sobre o frete marítimo na entrada de mercadorias nos portos brasileiros. Criado para impulsionar o transporte aquaviário no Brasil e financiar o desenvolvimento de sua indústria naval, o adicional vai além de sua função arrecadatória, tornando-se uma alavanca estratégica de crescimento econômico com impacto direto em pelo menos 10 setores produtivos, do aço à energia, da construção naval ao varejo, da logística à formação profissional.

Empregos e estrutura produtiva
Segundo o estudo “A importância do AFRMM para o Brasil – Sumário Executivo”, elaborado pelo Instituto ILOS, entre 2009 e 2023, foram viabilizados R$ 42 bilhões em investimentos por meio do AFRMM, resultando na construção ou modernização de quase 2 mil embarcações, o que gerou cerca de 81 mil empregos anuais diretos e indiretos. 
Além da indústria naval, esses recursos movimentaram estaleiros, fornecedores de aço, fabricantes de motores e guindastes, serviços de engenharia naval e logística portuária, muitos deles localizados em regiões historicamente desfavorecidas. Quase metade desses investimentos foi direcionada às regiões Norte e Nordeste do País, contribuindo para um maior equilíbrio na industrialização do território nacional, possibilitando um maior desenvolvimento regional.

Outro efeito estrutural está na formação de mão de obra especializada. O AFRMM estimula centros de capacitação técnica que preparam engenheiros, operadores e técnicos especializados para atuar em uma cadeia produtiva complexa, que o país não pode se dar ao luxo de perder.

Logística mais eficiente e menos poluente
O fortalecimento do transporte aquaviário também tem implicações diretas na eficiência e na sustentabilidade da logística brasileira. Embora o modal rodoviário continue sendo essencial na distribuição capilar de cargas, sobretudo no transporte de curta distância, sua predominância isolada acarreta custos elevados e impactos ambientais significativos. 

A navegação interior e de cabotagem, além de mais econômicas, principalmente nas médias e longas distâncias, emitem até 80% menos CO₂ por tonelada transportada, o que contribui com as metas brasileiras para redução de emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) em uma política de descarbonização e sustentabilidade. 

Expandir esses modais deve ser uma decisão estratégica, uma vez que, além de mais limpos e previsíveis, são eles que viabilizam o abastecimento de regiões remotas e populações ribeirinhas, sobretudo na Amazônia, onde a hidrovia não é uma opção, mas o único caminho possível. 

Diante disto, o AFRMM é o instrumento que torna isso viável, pois garante a manutenção, ampliação e modernização da frota de embarcações brasileiras, dedicadas ao atendimento desses mercados, assegurando regularidade no abastecimento e evitando o aumento do custo de vida em comunidades mais isoladas.

Muitas dessas rotas simplesmente não se sustentariam economicamente sem o benefício do AFRMM como um mecanismo de apoio. A perda desse incentivo também prejudicaria a capacidade do Brasil de ter uma política nacional de transporte que integre o território, reduza desigualdades e ajude a cumprir metas ambientais. 

A ausência desse recurso geraria, em pouco tempo, desestruturação de rotas, perda de regularidade no abastecimento e encarecimento do frete para as cidades da Região Norte, principalmente para pequenas comunidades, com impacto direto no custo de vida e na oferta de produtos essenciais.

Perspectivas e riscos para a indústria naval
A indústria naval brasileira já viveu ciclos de crescimento, mas também enfrentou retrações, escassez de crédito e instabilidade institucional e política. Mesmo assim, mantém um potencial relevante. Mesmo que o AFRMM não resolva todos os seus desafios, ele cria uma base mínima de viabilidade que permite que a capacidade produtiva não seja desativada por completo, visto que esse benefício é utilizado pelas Empresas Brasileiras de Navegação (EBNs), principalmente, nos serviços de docagem, manutenção e reparo, que ocorrem nesses estaleiros nacionais.

E esse é um dos pilares, pois, mais do que garantir a continuidade da indústria naval, esse recurso assegura sua capacidade de continuar existindo com alguma previsibilidade. Sem esse suporte, os estaleiros fecham, a mão de obra se dispersa e a cadeia de fornecedores se desmonta. Levando isso em consideração, mais do que uma fonte de investimento, o AFRMM tem se mostrado uma ferramenta estratégica de política industrial, ambiental e regional. Enfraquecê-lo seria minar a capacidade do Brasil de manter uma indústria naval minimamente ativa, competitiva e preparada para a transição energética.

Para se ter uma ideia, um estudo recente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), demonstrou que o AFRMM é uma das poucas fontes de recursos públicos com efeito multiplicador direto sobre o PIB, a indústria e o emprego, com impactos particularmente relevantes no fortalecimento da indústria de base e na integração da economia brasileira. A partir do estudo, constatou-se que cada R$ 1,00 investido via AFRMM gera R$ 2,60 em impacto econômico total.

A partir de uma perspectiva geral, o Brasil precisa de políticas públicas que entreguem resultados e tenham visão de futuro, e o AFRMM, com grande potencial de integrar regiões, gerar empregos, reduzir emissões e impulsionar as mais diversas indústrias, pode ser a chave para esses resultados. Enfraquecê-lo agora seria um retrocesso, e custaria muito mais no futuro. 

Ainda assim, o AFRMM tem sido alvo de questionamentos, cortes e tentativas de extinção, quase sempre com o argumento simplista de que se trata de um “custo” para o setor produtivo. Sim, é possível, e necessário, reforçar sua governança, melhorar os critérios de aplicação, buscar maior articulação com outras iniciativas federais como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Nova Indústria Brasil e a política nacional de transporte sustentável, além de fomentar sinergias com programas de transição energética e desenvolvimento regional. Entretanto, o AFRMM já provou seu valor e é a principal fonte de financiamento para manutenção, ampliação e modernização do modal aquaviário no Brasil, que integra regiões, gera empregos, reduz emissões e impulsiona a indústria. É hora de aprimorá-lo, não de enfraquecê-lo.

Desta forma, legislar a favor do AFRMM é legislar a favor de empregos, da competitividade logística, da soberania industrial e da redução das desigualdades regionais. O que está em jogo é a capacidade do Brasil de investir em seu próprio desenvolvimento e de sua população de maneira inteligente, planejada e contínua.
  
Pascoal Gomes é Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Log-In Logística Integrada, grupo de soluções logísticas, movimentação portuária, navegação de Cabotagem e Mercosul, além de atuação na ponta rodoviária

 



Blog

Porto de São Francisco conclui maior engordamento de praia do Brasil
A draga Galileo Galilei finalizou a maior obra de engordamento de praia da história do país, em extensão. A obra, na Praia de Itapoá, no Norte do Estado, faz parte da dragagem de aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga, sob a responsabilidade do Porto de São Francisco do Sul.
 
A recomposição e alargamento da orla de Itapoá cobriu uma extensão de 8,8 quilômetros e foi possível graças aos 7 milhões de metros cúbicos de sedimentos retirados do fundo da Baía.
 
Foi a primeira vez no Brasil, e a segunda no mundo, que sedimentos provenientes de uma dragagem portuária foram utilizados no alargamento de uma praia. Os trabalhos de engordamento começaram em outubro do ano passado na Praia Pontal do Norte, seguiram para a Praia Princesa do Mar e terminaram na Praia Figueira do Pontal.
 
Recuperação ambiental
O projeto também prevê a recuperação da vegetação nativa de restinga em toda a orla. Até o momento, 210 mil mudas de seis espécies já foram plantadas em 31 áreas ao longo da orla, de um total previsto de 300 mil mudas. 
 
Também está sendo implantado um sistema contínuo de dunas, com altura entre 1 metro e 1,5 metro, com cerca de 26 metros de largura, além de cercamentos ecológicos, passarelas elevadas e sinalização ambiental. A estrutura tem a função de auxiliar na fixação da restinga e contribuir para a estabilidade da nova faixa de areia.
Para o presidente do Porto, Cleverton Vieira, o projeto combinou o desenvolvimento estratégico de infraestrutura portuária com uma das maiores iniciativas de restauração costeira já realizadas no Brasil, revertendo o processo de erosão. 
 
“Socialmente, aumenta a segurança costeira, preserva o acesso público às praias e fortalece a resiliência da comunidade frente aos riscos climáticos. E economicamente, fortalece o turismo, protege ativos costeiros e demonstra como investimentos portuários podem gerar valor além dos limites operacionais”.
 
Segundo ele, a iniciativa redefine o papel do Porto como um parceiro territorial ativo, contribuindo diretamente para o bem-estar das comunidades vizinhas. “Ao alinhar melhorias na infraestrutura de navegação a objetivos de restauração ambiental, a obra cria um novo modelo de cooperação porto-cidade, no qual o desenvolvimento econômico e a proteção dos ecossistemas avançam de forma conjunta”.
 
Parceria inédita
A obra de dragagem de aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga está orçada em R$ 333 milhões e foi viabilizada por meio de uma parceria inédita entre os portos de São Francisco do Sul e Itapoá. 
 
Pela primeira vez no Brasil, um porto público firma contrato com um porto privado para a realização de uma obra desta natureza, que está sendo executada por meio de um acordo entre o porto público de São Francisco, que aportará R$ 33 milhões, e o terminal privado Itapoá, que financiará R$ 300 milhões. 
 
Esse investimento privado será devolvido de modo parcelado até 2037. O ressarcimento para Itapoá será em cima do adicional de tarifas portuárias geradas pelo acréscimo no número de navios que atracarem no terminal e pelo aumento no volume de carga movimentada, a partir da conclusão da obra de aprofundamento.
O aprofundamento do canal também eliminará a necessidade de fundeio intermediário para embarcações que operam no Porto de São Francisco, o que representa uma economia estimada em R$ 20 milhões por ano para os navios que utilizam as instalações portuárias.
 
Fotos de Gustavo Rotta - Divulgação PSFS
Navegantes promove oficina gratuita para empreendedores nesta sexta-feira (9)
A Prefeitura de Navegantes, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Receita, promove nesta sexta-feira, 9, das 14h às 18h, a oficina “Faça do Atendimento uma Ótima Experiência”. A programação é voltada para Pessoas Físicas,  Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) e Produtor Rural e será realizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), localizado na rua Maria Leonor da Cunha Rebello, 432, no Centro.
 
O evento é preparado para empreendedores que desejam transformar o atendimento em uma experiência positiva e gerar mais oportunidades para seus negócios. 
 
Durante a programação, os participantes poderão aprender sobre  desafios no atendimento ao cliente, técnicas de conquista e manutenção de clientes, estratégias de fidelização, atendimento de excelência e como transformar o atendimento em uma experiência para o cliente.
 
As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas e podem ser realizadas neste link. Além disso, no mesmo site é possível se inscrever para outras oficinas que acontecerão no mês de novembro. 
 
“Empreendedor de Navegantes, a temporada está chegando e, com ela, novas oportunidades para o seu negócio. Por isso, no dia 9 de outubro, convidamos você a participar da oficina gratuita ‘Faça do Atendimento uma Ótima Experiência’. Será uma capacitação presencial, com quatro horas de duração, trazendo estratégias práticas para conquistar, manter e fidelizar clientes. Prepare seu atendimento para a temporada, venda mais e faça com que seus clientes voltem e indiquem o seu negócio”, destaca Fernanda Pimentel, gerente de empreendedorismo.
Município abre chamada pública para pesquisa de preços e prospecção de mercado
O Município de Itajaí, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Eventos (SETUR), realiza chamada pública para pesquisa de preços e prospecção de mercado para a locação temporária de infraestrutura para o Receptivo de Cruzeiros 2026/2027. A iniciativa tem como finalidade a pesquisa de preços, verificação da disponibilidade do mercado e instrução de eventual contratação direta emergencial.
 
A solução a ser cotada deverá contemplar, de forma integrada, a infraestrutura necessária para a operação do receptivo. Entre os itens estão uma estrutura metálica modular temporária, com cobertura e fechamentos em lona técnica, de aproximadamente 3.200 m², com dimensões estimadas de 80 metros por 40 metros e pé-direito lateral mínimo de seis metros. Também fazem parte do escopo o fornecimento e instalação de piso modular temporário para 3.200 m², sistema de climatização com capacidade total instalada mínima de 300 TR, além de 1.190 m² de divisórias internas, com três metros de altura, incluindo as portas e janelas previstas no Projeto Básico.
 
A contratação integrada deverá incluir ainda todas as etapas de transporte, mobilização, montagem, instalação, testes, manutenção durante o período de utilização, desmontagem e retirada da estrutura. Também deverão ser providenciados os projetos executivos, memoriais, ART/RRT, laudos, certificados e demais documentos técnicos necessários à solução oferecida. A infraestrutura será instalada na Rua Blumenau, nº 101, no bairro Vila Operária, em Itajaí.
 
As empresas interessadas deverão apresentar proposta comercial contendo razão social e CNPJ, nome, telefone e e-mail do responsável, preço global para todo o objeto e período, além da discriminação simples dos valores de mobilização e montagem, estrutura, cobertura e fechamentos, piso, climatização, divisórias e esquadrias, manutenção, caso seja cobrada separadamente, e desmontagem e retirada. As propostas devem ser encaminhadas até 8 de outubro de 2026, às 13h, para o e-mail cotacaosetur@itajai.sc.gov.br, com o assunto “COTAÇÃO — RECEPTIVO DE CRUZEIROS 2026/2027 — [RAZÃO SOCIAL]”.
 
A participação na pesquisa não caracteriza licitação, não estabelece ordem de classificação, não gera adjudicação e não assegura direito à contratação. A iniciativa integra o planejamento do Município para a Temporada Internacional de Cruzeiros 2026/2027, contribuindo para a estruturação antecipada do receptivo e para a adequada preparação da cidade para receber passageiros e visitantes durante o período de operação dos navios.
VOA + SC: voos regionais em Santa Catarina começam em novembro e passagens já estão à venda
A retomada da aviação regional em Santa Catarina segue em contagem regressiva para o início das operações. O voo inaugural do programa VOA + SC está marcado para 3 novembro entre as cidades de Florianópolis e Joaçaba. Todas as rotas, frequências e horários foram definidos e a venda de passagens já está disponível. O serviço será operado pela Azul Conecta e tem passagens com valores entre R$ 315,00 e R$ 815,00. Os voos iniciam em 3 de novembro e a venda das passagens é feita exclusivamente pelo site www.voeazul.com.br. O programa foi lançado pelo governador Jorginho Mello em agosto deste ano.
 
“Dez cidades estão envolvidas nesta primeira etapa do Programa, diminuindo o tempo de deslocamento entre as cidades do interior com a Capital do estado. O aeroporto HUB é Florianópolis e a partir dele, os interessados poderão se conectar com o Brasil e com o mundo. Outro diferencial do programa é que o valor das passagens inclui, serviço de bordo e o despacho gratuito de bagagem de mão e uma mala até 23 quilos”, explica o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral.
 
A escolha sobre os dias e horários dos voos levou em consideração a infraestrutura dos aeroportos, com base nos equipamentos e investimentos realizados pelo Estado e as condições climáticas de Santa Catarina. Em discussões com a operadora do serviço, a Azul Conecta, foram definidos voos partindo da região Litoral no início do dia, ampliando para o Meio-Oeste e Extremo-Oeste.
 
As rotas do Programa VOA + SC buscam dar uma opção de mobilidade dentro do estado. Blumenau, Caçador, Correia Pinto, Criciúma/Forquilhinha, Joaçaba, Joinville, Lages e São Miguel do Oeste terão voos para Florianópolis. Também será possível voar entre Joinville e Jaguaruna e entre Correia Pinto e São Miguel do Oeste.
 
Os usuários do Aeroporto de Florianópolis, poderão ficar na cidade, ou se conectar com voos nacionais e internacionais. Os passageiros de São Miguel do Oeste terão opção de usar o Aeroporto de Correia Pinto para conexão com o Aeroporto de Congonhas. 
 
Confira como ficam as rotas, horários e valores:
Segundas-feiras
 
Florianópolis > Joinville – 7h00 – R$ 315,00
Joinville > Jaguaruna – 8h20 – R$ 450,00
Jaguaruna > Joinville – 10h30 – R$ 450,00
Joinville > Florianópolis – 12h15 – R$ 315,00
Florianópolis > Correia Pinto – 13h55 – R$ 315,00
Correia Pinto > São Miguel do Oeste – 15h15 – R$ 500,00
São Miguel do Oeste >  Correia Pinto – 17h40 – R$ 500,00
Correia Pinto > Florianópolis – 19h25 – R$ 315,00
Terças e Quintas-feiras
 
Florianópolis > Joaçaba – 9h30 – R$ 450,00
Joaçaba > Florianópolis – 11h25 – R$ 450,00
Florianópolis > Blumenau – 13h30 – R$ 315,00
Blumenau > Florianópolis – 14h45 – R$ 315,00
Florianópolis > Forquilhinha – 16h10 – R$ 315,00
Forquilhinha > Florianópolis – 17h35 – R$ 315,00
Quartas e Sábados 
 
Florianópolis > Caçador – 9h25 R$ 450,00
Caçador > Florianópolis – 11h25 – R$ 450,00
Florianópolis > Lages – 13h30 – R$ 315,00
Lages > Florianópolis – 15h00- R$ 315,00
Quartas-feiras
 
Florianópolis > Joinville – 16h40 – R$ 315,00
Joinville > Florianópolis – 18h00 – R$ 315,00
Sextas-feiras
 
Florianópolis > Correia Pinto – 8h00 – R$ 315,00
Correia Pinto > São Miguel do Oeste – 9h20 – R$ 500,00
São Miguel do Oeste >  Correia Pinto – 11h45 – R$ 500,00
Correia Pinto > Florianópolis – 13h30 – R$ 315,00
Florianópolis > Joinville – 15h10 – R$ 315,00
Joinville > Jaguaruna – 16h30 – R$ 450,00
Jaguaruna > Joinville – 18h40 – R$ 450,00
Joinville > Florianópolis – 20h25 – R$ 315,00
Universidade Gratuita amplia atuação profissional na rede de Assistência Social de Itajaí
A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania passa a contar com profissionais vinculados ao programa Universidade Gratuita. Entre as áreas de formação dos profissionais que atuarão nos serviços está a Psicologia, com atuação definida de acordo com a demanda de cada serviço.
 
A iniciativa amplia as possibilidades de atuação das equipes e aproxima profissionais do trabalho desenvolvido junto à população. Para os participantes, também representa a oportunidade de exercer a profissão e aplicar os conhecimentos adquiridos durante a graduação.
 
A atuação dos profissionais contribui para fortalecer os serviços oferecidos pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, ampliando a estrutura disponível para o atendimento à população e transformando o investimento realizado na formação acadêmica em benefício para a comunidade.
 
O Universidade Gratuita é um programa do Governo de Santa Catarina que contribui para o custeio da graduação. Depois de formados, os beneficiados cumprem uma contrapartida ao Estado, que pode ocorrer por meio da prestação de serviços à população. Em Itajaí, essa atuação passa a contribuir diretamente com os serviços oferecidos à comunidade.
Refis 2026 permite regularização de débitos com até 100% de redução em juros e multas
Os contribuintes que possuem débitos com o Município de Itajaí podem aderir ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis 2026) até o dia 30 de novembro. A iniciativa possibilita a regularização dos débitos com condições diferenciadas de pagamento e redução de até 100% dos juros e multas, dependendo da modalidade de pagamento escolhida.
 
Pessoas físicas e jurídicas que possuem débitos tributários e não tributários com o Município, inscritos ou não na dívida ativa, podem participar do programa. O Refis 2026 também contempla dívidas que já estejam ajuizadas.
 
Todo atendimento do programa está concentrado na Praça do Cidadão, no prédio da Prefeitura de Itajaí. Mesmo que o contribuinte possua uma dívida ajuizada, não precisa procurar outro setor da administração municipal.
 
Para identificar a situação do seu débito, o contribuinte passa por uma triagem ao chegar na Praça do Cidadão. Nos casos de dívidas ajuizadas, o atendimento é direcionado para a equipe da Procuradoria Geral do Município (PGM), que está fazendo o atendimento no mesmo local, e é responsável por todo procedimento e orientação para a realização da negociação.
 
Para consultar os débitos, verificar o desconto disponível e conhecer as possibilidades de parcelamento, o contribuinte pode procurar diretamente a Praça do Cidadão ou entrar em contato pelo WhatsApp da Prefeitura de Itajaí, no número (47) 3341-6000.
Editora Bittencourt