quinta, 08 de outubro de 2026
01/07/2024

Apesar de avanço do Pix, dinheiro físico resiste em 30 anos de real


Na feira do Largo do Machado, na zona sul do Rio de Janeiro, o pagamento eletrônico não é unanimidade. Com medo de taxas de maquininhas de cartão ou sem tempo para tirar o celular do bolso e abrir o aplicativo do Pix, há consumidores que ainda preferem pagar as compras com cédulas e moedas, apesar do avanço de meios eletrônicos de pagamento.
“Tenho usado muito [cartão de] débito e Pix, mas hoje terei de sacar dinheiro no banco. A mulher botou um real em cima dos limões que comprei porque o preço aumentou R$ 1 por causa da taxa de cartão”, diz a servidora pública Renata Moreira, 47 anos. “Há lugares estratégicos em que vou com dinheiro, cédula. Às vezes, o Pix dá trabalho porque tem de tirar o telefone da bolsa [em lugares de risco] e tem de ter acesso à internet”, completa.

Segundo o Banco Central (BC), a circulação de papel-moeda persiste em 30 anos de criação do real. Na última sexta-feira (28), conforme as estatísticas mais atualizadas da autoridade monetária, existiam R$ 347,331 bilhões de cédulas e de moedas em circulação na economia, o equivalente a 3,13% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A proporção está diminuindo após a pandemia de covid-19. Em informações exclusivas repassadas à Agência Brasil, o Departamento de Meio Circulante do BC informa que o percentual de papel-moeda em circulação subiu de cerca de 2% em meados dos anos 1990 para um valor ligeiramente abaixo de 4% em 2007. A proporção manteve-se ao redor desse nível até 2019, disparando para 5% do PIB em 2020, com a criação do auxílio emergencial durante a pandemia.

Segundo o BC, após a pandemia de covid-19, o valor de cédulas e de moedas em circulação tem se mantido estável em torno de R$ 345 bilhões, com a proporção em relação ao PIB caindo. “Apesar do surgimento de novos meios de pagamento, como o Pix, para apresentar impactos sobre os hábitos de uso dos meios de pagamento anteriormente existentes será necessário algum tempo, a fim de que a evolução desses impactos possa ser claramente mapeada”, informou o Departamento de Meio Circulante em nota.

Comparação
Em maio, o Pix movimentou R$ 2,137 trilhões, o equivalente a 19,26% do PIB. A quantia e o percentual, no entanto, não podem ser diretamente comparados com os 3,13% do PIB em cédulas e em moedas. Isso porque o Banco Central mede o valor de todas as transações eletrônicas, enquanto o dinheiro físico é calculado com base no estoque fora dos bancos, sem considerar as movimentações.

Segundo BC, o sistema de transferências instantâneas, que funciona 24 horas por dia, tem favorecido a inclusão financeira da população. Conforme dados da Gerência de Gestão e Operação do Pix, ao considerar transações até dezembro de 2022, mais de 71,5 milhões de pessoas que não faziam transferências eletrônicas antes do Pix passaram a fazer esse tipo de operação.

Em relação às faixas de renda, o sistema é usado por pessoas de todos os estratos financeiros. Conforme a edição mais recente do Relatório de Gestão do Pix, possuem pelo menos uma chave Pix 71% das pessoas com um salário mínimo, 85% entre um e dois salários mínimos, 86% das pessoas de dois a cinco salários mínimos, 90% entre cinco e dez salários mínimos e 89% a partir de dez salários mínimos.

Idade
O principal fator de resistência ao Pix e de preferência pelo papel-moeda e pelo cartão de plástico, no entanto, é a idade. Segundo o mesmo relatório, 93% das pessoas de 20 a 29 anos possuem uma chave. A proporção permanece em níveis semelhantes nas demais faixas etárias: 91% de 30 a 39 anos e 92% de 40 a 49 anos. Nas faixas seguintes, o percentual cai: 79% de 50 a 59 anos e apenas 55% na faixa acima de 60 anos.

Frequentadora da feira do Largo do Machado, a aposentada Marina de Souza, 80 anos, personifica a reticência com o Pix, preferindo cartões e dinheiro físico. “Não pago com Pix. Não gosto. Pago mais com cartão de débito, menos na feira, onde só uso dinheiro porque eles anotam uma coisa, a gente se distrai, e eles cobram outra. Então tenho sempre aquele dinheirinho sacado, que fica reservado para a feira. As outras compras, só com cartão”, justifica.

“Ainda estou na fase do dinheiro e do cartão. Não sou muito de Pix ainda não. Tenho [uma chave], mas não aderi muito. Estou sempre com o dinheirinho para pagar as contas”, diz a dona de casa Hilda Pereira, 65 anos, também consumidora da feira do Largo do Machado.

Segundo o BC, parte da decisão de criar as modalidades de Pix saque e de Pix troco, onde o consumidor transfere um valor por Pix a um comércio e saca a diferença em espécie, deve-se à predileção pelo papel-moeda por parte da população. Conforme a autoridade monetária, a preferência é maior em municípios do interior com pouca cobertura bancária.

“A possibilidade de sacar dinheiro usando o Pix teve como objetivo propiciar melhores condições de oferta do serviço à sociedade, principalmente em regiões em que a cobertura da rede bancária é insuficiente. Parte da população brasileira ainda tem hábito de uso do dinheiro em espécie e carecia de uma rede adequada”, explicou o Banco Central em nota à Agência Brasil.

Endividamento
Professora de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), Virene Matesco diz que a preferência pelo papel-moeda é desigual conforme a região do país. “Temos um país extremamente heterogêneo. Quero saber se nesse interiorzão do país alguém fala de Pix. Porque muita gente não tem celular moderno”, constata. Segundo ela, o maior avanço de transferências eletrônicas como o Pix, e futuramente o Drex (versão digital do real), está na redução de custos de transação e no aumento da velocidade de circulação da moeda.

Virene, no entanto, admite que o avanço dos sistemas eletrônicos de pagamento tem um risco associado: a ampliação da tendência de o cidadão endividar-se. “A velocidade da circulação aumenta violentamente, assim como a capacidade de o correntista entrar no vermelho. O problema piora com as apostas virtuais de joguinhos online. A tecnologia beneficia muita gente, mas também traz perigos”, adverte.



Blog

Porto de São Francisco conclui maior engordamento de praia do Brasil
A draga Galileo Galilei finalizou a maior obra de engordamento de praia da história do país, em extensão. A obra, na Praia de Itapoá, no Norte do Estado, faz parte da dragagem de aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga, sob a responsabilidade do Porto de São Francisco do Sul.
 
A recomposição e alargamento da orla de Itapoá cobriu uma extensão de 8,8 quilômetros e foi possível graças aos 7 milhões de metros cúbicos de sedimentos retirados do fundo da Baía.
 
Foi a primeira vez no Brasil, e a segunda no mundo, que sedimentos provenientes de uma dragagem portuária foram utilizados no alargamento de uma praia. Os trabalhos de engordamento começaram em outubro do ano passado na Praia Pontal do Norte, seguiram para a Praia Princesa do Mar e terminaram na Praia Figueira do Pontal.
 
Recuperação ambiental
O projeto também prevê a recuperação da vegetação nativa de restinga em toda a orla. Até o momento, 210 mil mudas de seis espécies já foram plantadas em 31 áreas ao longo da orla, de um total previsto de 300 mil mudas. 
 
Também está sendo implantado um sistema contínuo de dunas, com altura entre 1 metro e 1,5 metro, com cerca de 26 metros de largura, além de cercamentos ecológicos, passarelas elevadas e sinalização ambiental. A estrutura tem a função de auxiliar na fixação da restinga e contribuir para a estabilidade da nova faixa de areia.
Para o presidente do Porto, Cleverton Vieira, o projeto combinou o desenvolvimento estratégico de infraestrutura portuária com uma das maiores iniciativas de restauração costeira já realizadas no Brasil, revertendo o processo de erosão. 
 
“Socialmente, aumenta a segurança costeira, preserva o acesso público às praias e fortalece a resiliência da comunidade frente aos riscos climáticos. E economicamente, fortalece o turismo, protege ativos costeiros e demonstra como investimentos portuários podem gerar valor além dos limites operacionais”.
 
Segundo ele, a iniciativa redefine o papel do Porto como um parceiro territorial ativo, contribuindo diretamente para o bem-estar das comunidades vizinhas. “Ao alinhar melhorias na infraestrutura de navegação a objetivos de restauração ambiental, a obra cria um novo modelo de cooperação porto-cidade, no qual o desenvolvimento econômico e a proteção dos ecossistemas avançam de forma conjunta”.
 
Parceria inédita
A obra de dragagem de aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga está orçada em R$ 333 milhões e foi viabilizada por meio de uma parceria inédita entre os portos de São Francisco do Sul e Itapoá. 
 
Pela primeira vez no Brasil, um porto público firma contrato com um porto privado para a realização de uma obra desta natureza, que está sendo executada por meio de um acordo entre o porto público de São Francisco, que aportará R$ 33 milhões, e o terminal privado Itapoá, que financiará R$ 300 milhões. 
 
Esse investimento privado será devolvido de modo parcelado até 2037. O ressarcimento para Itapoá será em cima do adicional de tarifas portuárias geradas pelo acréscimo no número de navios que atracarem no terminal e pelo aumento no volume de carga movimentada, a partir da conclusão da obra de aprofundamento.
O aprofundamento do canal também eliminará a necessidade de fundeio intermediário para embarcações que operam no Porto de São Francisco, o que representa uma economia estimada em R$ 20 milhões por ano para os navios que utilizam as instalações portuárias.
 
Fotos de Gustavo Rotta - Divulgação PSFS
Navegantes promove oficina gratuita para empreendedores nesta sexta-feira (9)
A Prefeitura de Navegantes, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Receita, promove nesta sexta-feira, 9, das 14h às 18h, a oficina “Faça do Atendimento uma Ótima Experiência”. A programação é voltada para Pessoas Físicas,  Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) e Produtor Rural e será realizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), localizado na rua Maria Leonor da Cunha Rebello, 432, no Centro.
 
O evento é preparado para empreendedores que desejam transformar o atendimento em uma experiência positiva e gerar mais oportunidades para seus negócios. 
 
Durante a programação, os participantes poderão aprender sobre  desafios no atendimento ao cliente, técnicas de conquista e manutenção de clientes, estratégias de fidelização, atendimento de excelência e como transformar o atendimento em uma experiência para o cliente.
 
As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas e podem ser realizadas neste link. Além disso, no mesmo site é possível se inscrever para outras oficinas que acontecerão no mês de novembro. 
 
“Empreendedor de Navegantes, a temporada está chegando e, com ela, novas oportunidades para o seu negócio. Por isso, no dia 9 de outubro, convidamos você a participar da oficina gratuita ‘Faça do Atendimento uma Ótima Experiência’. Será uma capacitação presencial, com quatro horas de duração, trazendo estratégias práticas para conquistar, manter e fidelizar clientes. Prepare seu atendimento para a temporada, venda mais e faça com que seus clientes voltem e indiquem o seu negócio”, destaca Fernanda Pimentel, gerente de empreendedorismo.
Município abre chamada pública para pesquisa de preços e prospecção de mercado
O Município de Itajaí, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Eventos (SETUR), realiza chamada pública para pesquisa de preços e prospecção de mercado para a locação temporária de infraestrutura para o Receptivo de Cruzeiros 2026/2027. A iniciativa tem como finalidade a pesquisa de preços, verificação da disponibilidade do mercado e instrução de eventual contratação direta emergencial.
 
A solução a ser cotada deverá contemplar, de forma integrada, a infraestrutura necessária para a operação do receptivo. Entre os itens estão uma estrutura metálica modular temporária, com cobertura e fechamentos em lona técnica, de aproximadamente 3.200 m², com dimensões estimadas de 80 metros por 40 metros e pé-direito lateral mínimo de seis metros. Também fazem parte do escopo o fornecimento e instalação de piso modular temporário para 3.200 m², sistema de climatização com capacidade total instalada mínima de 300 TR, além de 1.190 m² de divisórias internas, com três metros de altura, incluindo as portas e janelas previstas no Projeto Básico.
 
A contratação integrada deverá incluir ainda todas as etapas de transporte, mobilização, montagem, instalação, testes, manutenção durante o período de utilização, desmontagem e retirada da estrutura. Também deverão ser providenciados os projetos executivos, memoriais, ART/RRT, laudos, certificados e demais documentos técnicos necessários à solução oferecida. A infraestrutura será instalada na Rua Blumenau, nº 101, no bairro Vila Operária, em Itajaí.
 
As empresas interessadas deverão apresentar proposta comercial contendo razão social e CNPJ, nome, telefone e e-mail do responsável, preço global para todo o objeto e período, além da discriminação simples dos valores de mobilização e montagem, estrutura, cobertura e fechamentos, piso, climatização, divisórias e esquadrias, manutenção, caso seja cobrada separadamente, e desmontagem e retirada. As propostas devem ser encaminhadas até 8 de outubro de 2026, às 13h, para o e-mail cotacaosetur@itajai.sc.gov.br, com o assunto “COTAÇÃO — RECEPTIVO DE CRUZEIROS 2026/2027 — [RAZÃO SOCIAL]”.
 
A participação na pesquisa não caracteriza licitação, não estabelece ordem de classificação, não gera adjudicação e não assegura direito à contratação. A iniciativa integra o planejamento do Município para a Temporada Internacional de Cruzeiros 2026/2027, contribuindo para a estruturação antecipada do receptivo e para a adequada preparação da cidade para receber passageiros e visitantes durante o período de operação dos navios.
VOA + SC: voos regionais em Santa Catarina começam em novembro e passagens já estão à venda
A retomada da aviação regional em Santa Catarina segue em contagem regressiva para o início das operações. O voo inaugural do programa VOA + SC está marcado para 3 novembro entre as cidades de Florianópolis e Joaçaba. Todas as rotas, frequências e horários foram definidos e a venda de passagens já está disponível. O serviço será operado pela Azul Conecta e tem passagens com valores entre R$ 315,00 e R$ 815,00. Os voos iniciam em 3 de novembro e a venda das passagens é feita exclusivamente pelo site www.voeazul.com.br. O programa foi lançado pelo governador Jorginho Mello em agosto deste ano.
 
“Dez cidades estão envolvidas nesta primeira etapa do Programa, diminuindo o tempo de deslocamento entre as cidades do interior com a Capital do estado. O aeroporto HUB é Florianópolis e a partir dele, os interessados poderão se conectar com o Brasil e com o mundo. Outro diferencial do programa é que o valor das passagens inclui, serviço de bordo e o despacho gratuito de bagagem de mão e uma mala até 23 quilos”, explica o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral.
 
A escolha sobre os dias e horários dos voos levou em consideração a infraestrutura dos aeroportos, com base nos equipamentos e investimentos realizados pelo Estado e as condições climáticas de Santa Catarina. Em discussões com a operadora do serviço, a Azul Conecta, foram definidos voos partindo da região Litoral no início do dia, ampliando para o Meio-Oeste e Extremo-Oeste.
 
As rotas do Programa VOA + SC buscam dar uma opção de mobilidade dentro do estado. Blumenau, Caçador, Correia Pinto, Criciúma/Forquilhinha, Joaçaba, Joinville, Lages e São Miguel do Oeste terão voos para Florianópolis. Também será possível voar entre Joinville e Jaguaruna e entre Correia Pinto e São Miguel do Oeste.
 
Os usuários do Aeroporto de Florianópolis, poderão ficar na cidade, ou se conectar com voos nacionais e internacionais. Os passageiros de São Miguel do Oeste terão opção de usar o Aeroporto de Correia Pinto para conexão com o Aeroporto de Congonhas. 
 
Confira como ficam as rotas, horários e valores:
Segundas-feiras
 
Florianópolis > Joinville – 7h00 – R$ 315,00
Joinville > Jaguaruna – 8h20 – R$ 450,00
Jaguaruna > Joinville – 10h30 – R$ 450,00
Joinville > Florianópolis – 12h15 – R$ 315,00
Florianópolis > Correia Pinto – 13h55 – R$ 315,00
Correia Pinto > São Miguel do Oeste – 15h15 – R$ 500,00
São Miguel do Oeste >  Correia Pinto – 17h40 – R$ 500,00
Correia Pinto > Florianópolis – 19h25 – R$ 315,00
Terças e Quintas-feiras
 
Florianópolis > Joaçaba – 9h30 – R$ 450,00
Joaçaba > Florianópolis – 11h25 – R$ 450,00
Florianópolis > Blumenau – 13h30 – R$ 315,00
Blumenau > Florianópolis – 14h45 – R$ 315,00
Florianópolis > Forquilhinha – 16h10 – R$ 315,00
Forquilhinha > Florianópolis – 17h35 – R$ 315,00
Quartas e Sábados 
 
Florianópolis > Caçador – 9h25 R$ 450,00
Caçador > Florianópolis – 11h25 – R$ 450,00
Florianópolis > Lages – 13h30 – R$ 315,00
Lages > Florianópolis – 15h00- R$ 315,00
Quartas-feiras
 
Florianópolis > Joinville – 16h40 – R$ 315,00
Joinville > Florianópolis – 18h00 – R$ 315,00
Sextas-feiras
 
Florianópolis > Correia Pinto – 8h00 – R$ 315,00
Correia Pinto > São Miguel do Oeste – 9h20 – R$ 500,00
São Miguel do Oeste >  Correia Pinto – 11h45 – R$ 500,00
Correia Pinto > Florianópolis – 13h30 – R$ 315,00
Florianópolis > Joinville – 15h10 – R$ 315,00
Joinville > Jaguaruna – 16h30 – R$ 450,00
Jaguaruna > Joinville – 18h40 – R$ 450,00
Joinville > Florianópolis – 20h25 – R$ 315,00
Universidade Gratuita amplia atuação profissional na rede de Assistência Social de Itajaí
A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania passa a contar com profissionais vinculados ao programa Universidade Gratuita. Entre as áreas de formação dos profissionais que atuarão nos serviços está a Psicologia, com atuação definida de acordo com a demanda de cada serviço.
 
A iniciativa amplia as possibilidades de atuação das equipes e aproxima profissionais do trabalho desenvolvido junto à população. Para os participantes, também representa a oportunidade de exercer a profissão e aplicar os conhecimentos adquiridos durante a graduação.
 
A atuação dos profissionais contribui para fortalecer os serviços oferecidos pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, ampliando a estrutura disponível para o atendimento à população e transformando o investimento realizado na formação acadêmica em benefício para a comunidade.
 
O Universidade Gratuita é um programa do Governo de Santa Catarina que contribui para o custeio da graduação. Depois de formados, os beneficiados cumprem uma contrapartida ao Estado, que pode ocorrer por meio da prestação de serviços à população. Em Itajaí, essa atuação passa a contribuir diretamente com os serviços oferecidos à comunidade.
Refis 2026 permite regularização de débitos com até 100% de redução em juros e multas
Os contribuintes que possuem débitos com o Município de Itajaí podem aderir ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis 2026) até o dia 30 de novembro. A iniciativa possibilita a regularização dos débitos com condições diferenciadas de pagamento e redução de até 100% dos juros e multas, dependendo da modalidade de pagamento escolhida.
 
Pessoas físicas e jurídicas que possuem débitos tributários e não tributários com o Município, inscritos ou não na dívida ativa, podem participar do programa. O Refis 2026 também contempla dívidas que já estejam ajuizadas.
 
Todo atendimento do programa está concentrado na Praça do Cidadão, no prédio da Prefeitura de Itajaí. Mesmo que o contribuinte possua uma dívida ajuizada, não precisa procurar outro setor da administração municipal.
 
Para identificar a situação do seu débito, o contribuinte passa por uma triagem ao chegar na Praça do Cidadão. Nos casos de dívidas ajuizadas, o atendimento é direcionado para a equipe da Procuradoria Geral do Município (PGM), que está fazendo o atendimento no mesmo local, e é responsável por todo procedimento e orientação para a realização da negociação.
 
Para consultar os débitos, verificar o desconto disponível e conhecer as possibilidades de parcelamento, o contribuinte pode procurar diretamente a Praça do Cidadão ou entrar em contato pelo WhatsApp da Prefeitura de Itajaí, no número (47) 3341-6000.
Editora Bittencourt